UMA PRENDA PARA A PAZ
"NADA SE PERDE COM A PAZ; TUDO PODE PERDER-SE COM A GUERRA"
2.1. Uma Prenda Para a Paz.
No âmbito das comemorações do Centenário, a OMMS, decidiu instituir a "Prenda para a Paz" , uma oferta dos Escuteiros que se deve traduzir num serviço as suas comunidades.
Da nossa "prenda", constam as seguintes actividades
a) Engajamento no projecto de Erradicação da Pólio e Vacinação de rotina, retomado, na maior parte das Regiões na última fase das Jornadas que terminaram.
b) "Quero ensinar-te a pescar"
Um dos maiores sinais de miséria de um povo é o analfabetismo. Para os Escuteiros de Angola, deixar o mundo um poco melhor do que o encontramos significa também participar dos esforços do governo na erradicação deste mal.
Assim sendo, cada Clã está convidado a constituir pelo menos uma turma de alfabetização na sua comunidade.
Estamos a tratar com o Ministério da Educação os mecanismos para estabelecer uma parceria.
Por agora, cada Região deverá preparar e enviar a Junta Central, até 31 de Dezembro o seu senso, destacando , o número de caminheiros, por Agrupamento, que tenham habilitações literárias mínimas a 8ª classe.
c) A Canção Escutista da Paz
A Partir de 22 de Fevereiro de 2005, cada Região está convidada a participar das Eliminatórias para o grande Festival uma Canção para a Paz.
O festival terá três categorias:
* Infantil: para Lobitos
* Infanto Juvenil: para Júniores
*Juvenil: para caminheiros e Séniores
Fases
A primeira eliminatória será feita ao nível dos Agrupamentos, o primeiro classificado de cada agrupamento passará a fase seguinte, ou seja competição do Núcleo (onde houver) e posteriormente a fase Regional.
Os Finalistas das três categorias de cada Região participarão do grande festival a realizar em princípio em Luanda em 2007.
Em simultâneo com o festival, em cada Região se hão-de celebrar vigílias da Paz cujos cerimoniais, incluindo escalada aos pontos mais altos das Regiões, a seu tempo serão enviados.
d) O Caminheiro um cidadão com Direitos e Deveres
Angola vai realizar proximamente as II eleições legislativas e presidenciais.
Votar, é não somente um direito, mas também um dever cívico de cada caminheiro.
Por outro lado, poderemos vir a ser chamados a participar como agentes de educação cívica das populações apoiando a Comissão Nacional de Eleições.
Também em relação a este ponto, a seu tempo a Junta Central fará chegar as orientações devidas.
JUNTA CENTRAL EM LUANDA AOS 22 DE FEVEREIRO DE 2005.
PELA JUNTA CENTRAL
RUI LUÍS FALCÃO PINTO DE ANDRADE
Chefe Nacional